
Aquela coisa chata, aquele monstro vazio, ainda insiste em fazer do meu peito a sua morada
Aquelas idéias mesquinhas, aquele sentimento vadio
Ainda mostra reflexos de uma tempestade infeliz
Que tomou do meu sangue, que me fez de escravo, que foi embora ainda dizendo que me amava
Que mesmo sem achar respostas, criou as mesmas, mesmo sabendo que no fundo da angustia, esse mal eu nunca quiz
Tão bonito era o sonho, tão bonita era minha namorada
Os defeitos dela me completava e mesmo triste conseguia ficar feliz
Mas hoje, dentro do meu coração, a semente se hidrata
renascendo do amor que matou o que aquilo se torna aprendiz.
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